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Poliana Corrêa

Poliana Corrêa

Jornalista - Web Rádio Água

Fundação Parque Tecnológico Itaipu

WebSite: http://www.webradioagua.org/

Foz do Iguaçu irá sediar, entre os dias 25 e 26 de agosto, o 1° Congresso Nacional de Direito Tributário na Proteção ao Meio Ambiente. A iniciativa organizada pela Bioma Brasil – UMRAS, irá reunir especialistas para discutir os critérios relacionados as questões tributárias que são revertidas para conservação do meio ambiente.

O diretor-presidente da Bioma Brasil, Leandro Benhur Martins, explica os detalhes do evento: 

“Nós temos no Brasil hoje em dia alguns critérios quanto as questões tributárias que vêm junto com a extra fiscalização, são impostos embutidos dentro de impostos. A nossa meta não é com esse evento criar novos impostos, mas abrir os olhos das pessoas para os impostos que estão embutidos dentro dos impostos e são revertidos a proteção ambiental. Muitos deles são direcionados para o fundo municipal, estadual e federal de meio ambiente dos quais em muitas cidades brasileiras esses fundos não são regulamentados, assim pode-se utilizar os fundos municipais em qualquer atividade que não seja na proteção do meio ambiente ou na conservação dele”.

O Art. 225 da Constituição Federal determina que todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá- lo para as presentes e futuras gerações. Leandro Benhur explica a importância do debate sobre a temática: 

“Trazer um debate de proteção ambiental dentro de um congresso nacional de direito tributário visa ser de suma importância quando os universitários da área e profissionais têm pouco conhecimento adquirido em sua grade de estudos, que por sua vez, cria-se profissionais com pouco ou nenhum conhecimento para proteção do meio ambiente que é assegurado pelo Artigo 225 da Constituição Federal no qual todos tem direito a um meio ambiente equilibrado. Os benefícios que queremos assegurar durante o  1° Congresso Nacional de Direito Tributário na Proteção ao Meio Ambiente vem elucidar aos novos e futuros profissionais que temos o potencial e os meios de vivermos em equilíbrio do homem com o meio ambiente, direcionando e coordenando para um desenvolvimento social e sustentável”.

A programação completa do evento está disponível no endereço biomabrasilumras.com.br. As inscrições são limitadas. 


A Web Rádio Água, em parceria com a Associação das Rádios Comunitárias do Extremo Oeste do Paraná (ARCEOP) – entidade com 40 rádios comunitárias associadas e alcance de 840 mil moradores na região Oeste e Sudoeste do Paraná – produz semanalmente o programa Água e Energia. Confira a edição desta semana clicando no player acima.

Sugestões de assuntos para o Programa Água e Energia são bem-vindas. Entre em contato conosco pela nossa página facebook.com/webradioagua.

Agradecemos a audiência!



Durante o encontro da Rede Global de Gestão Participativa da Água, realizado no Parque Tecnológico Itaipu, em Foz do Iguaçu, o secretário da ONU-Energia, Ivan Vera, destacou os problemas enfrentados pelos países na implementação Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS). 

Em sua participação no painel “Os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável e sua implementação nos campos Água, Energia, Alimento e Desenvolvimento”, o representante da ONU destacou a importância do intercâmbio de informações e experiências entre os países de uma mesma região: 

“Existem uma série de problemas e aspectos críticos relacionados ao desenvolvimento sustentável aos países, sobretudo aos países da mesma região. Na América Latina, por exemplo, encontramos países que possuem uma grande quantidade de água e energia, como é o caso do Brasil, entretanto, há outros países em situações diferentes mas que poderiam ser beneficiados pelos projetos, programas e das iniciativas que estão sendo realizadas em um país como o Brasil. Essa comunicação, o intercâmbio de conhecimento é verdadeiramente valioso, não só a nível regional como global. Este tipo de evento que estamos hoje é muito valioso pois permite que pessoas de várias partes do mundo e lideranças regionais sentem-se e, em conjunto, debatendo e analisam todos esses aspectos relacionados ao desenvolvimento sustentável”.

Os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) foram definidos em negociações entre os países-membros da ONU após a Conferência Rio + 20. Eles compreendem diversos temas agrupados em 17 macro-objetivos, entre eles a erradicação da fome e da miséria, o combate às mudanças climáticas, a produção de energia limpa e acessível, água limpa e saneamento universal, consumo e produção sustentável, entre outros. Já a Agenda 2030 constitui uma série de compromissos que os países-membros da ONU precisam cumprir, em relação aos ODS, até o ano de 2030.






A necessidade de mudança nos hábitos de consumo em relação aos alimentos foi tema da palestra do representante da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) no Brasil, Alan Bojanic, durante o encontro dos integrantes da Rede Global de Gestão Participativa da Água, no Parque Tecnológico Itaipu, em Foz do Iguaçu.

De acordo com Bojanic, além de evitar o desperdício em sua residência, o consumidor precisa estar atento aos processos de produção, transporte e armazenamento dos alimentos de forma que o uso dos recursos naturais, principalmente a água, seja minimizado:

“Temos uma responsabilidade muito grande pelo jeito como administramos nossa geladeira, são coisas pequenas mas que ao final podem resultar em uma grande redução pois desperdiçar alimentos é desperdiçar água. 70% da água que é consumida no mundo é para produzir alimentos, quando você desperdiça alimentos está desperdiçando um alimento que foi irrigado, lavado, além do desperdício de água no transporte. Então, a relação é bem direta quanto ao gasto de água. Para se ter uma ideia, para produzir um quilo de carne são utilizados 15 mil litros de água, então se por algum motivo você desperdiça um quilo de carne, está desperdiçando 15 mil litros d'água. Essa é uma relação muito forte, por isso devemos ser mais cientes quanto ao desperdício e apoiar políticas para a redução do desperdício, a questão da comunicação é central para que todos possamos mudar nossa atitude quanto ao consumo racional dos alimentos”.

O representante da FAO também comentou a atuação da Organização na implementação dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) e a Agenda 2030:

“Nós apoiamos a formulação de políticas contra a fome. Apoiamos legislações com parlamentares para que possam haver leis que possam apoiar ações que tenham a ver com a erradicação da fome. A FAO está trabalhando principalmente no objetivo dois, mas também com a questão da água, com o uso racional do solo, com o uso racional dos solos, conservação de solos, questões de mudanças climáticas, que é um grande tema da FAO para ter uma agricultura com baixas emissões de carbono, tudo isso. Estamos alinhados, é como eu digo: nossa grande carta de navegação para o trabalho da FAO são os Objetivos de Desenvolvimento sustentável”.

A Rede Global de Gestão Participativa da Água congrega iniciativas premiadas pela ONU-Água com o Water for Life, iniciativa que reconhece as melhores práticas de gestão da água. O encontro entre representantes dos países-membros da Rede tem como objetivo discutir possíveis contribuições para a melhoria da gestão dos recursos hídricos no mundo e sua relação com os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) e a Agenda 2030.

A Web Rádio Água, em parceria com a Associação das Rádios Comunitárias do Extremo Oeste do Paraná (ARCEOP) – entidade com 40 rádios comunitárias associadas e alcance de 840 mil moradores na região Oeste e Sudoeste do Paraná – produz semanalmente o programa Água e Energia.

No primeiro bloco, abordamos a importância da conservação das florestas e do manejo responsável e como o selo de certificação Origens Brasil® facilita o diálogo entre empresas interessadas em matérias-primas florestais, pequenos produtores e também garantir a legalidade desses produtos para o consumidor final.

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Já no segundo bloco, falamos sobre o mapeamento de possíveis áreas de risco localizadas no Litoral do Paraná e também sobre a adesão dos produtores ao Cadastro Ambiental Rural (CAR) no Estado. Confira: 

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Finalizamos esta edição com as iniciativas sustentáveis promovidas por estudantes de Marechal Cândido Rondon (PR).

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A Web Rádio Água, em parceria com a Associação das Rádios Comunitárias do Extremo Oeste do Paraná (ARCEOP) – entidade com 40 rádios comunitárias associadas e alcance de 840 mil moradores na região Oeste e Sudoeste do Paraná – produz semanalmente o programa Água e Energia.

O Paraná deu um passo importante no incentivo à auto geração de energia elétrica. Na última segunda-feira foi aprovada a isenção do Imposto sobre circulação de Bens e Serviços, o famoso ICMS, para a compra e venda de equipamentos e componentes para a geração de energia alternativa, bem como para o aproveitamento da energia elétrica produzida por microgeradores e minigeradores.

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Durante várias edições do nosso do programa Água e energia foram abordadas as vantagens ambientais e econômicas do uso do biogás.  No segundo bloco desta semana, falamos sobre as inscrições para a nova turma do curso “Atualizações em Energias do Biogás”. Confira: 

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Fechando esta edição, apresentamos um curso promovido pelo Centro internacional de Hidroinformática (CIH), em Foz do Iguaçu, e ministrado por profissionais da Agência Espacial Americana, a Nasa. 

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A microgeração de energia vem consolidando seu espaço no cenário nacional e já registra forte expansão. Para se ter uma ideia, atualmente, o Brasil tem mais de 3,5 mil empreendimentos instalados até o início de junho deste ano, de acordo com dados repassados pela Associação da Indústria de Cogeração de Energia (Cogen). Isso corresponde a um aumento de 75% na comparação com dezembro de 2015.

O presidente da Cogen, Newton Duarte, faz um retrospecto do crescimento da microgeração em 2016:

“Nós havíamos divulgado dados, até o final de maio deste ano, de 46% de crescimento da microgeração. Acessamos números mais frescos nos quais saímos de 2,7 para 3,3 ligações fotovoltaicas, em específico 3.368, até 30 de junho, 59 sistemas eólicos, 17 pequenas termelétricas, 5 pequenas centrais de geração hidrelétrica e 5 sistemas híbridos. Isso dá ao setor elétrico praticamente 29 MW de energia, com cerca de 3,5 empreendimentos, com crescimento em relação aos 1,9 MW, temos um crescimento palpável, quase dobrando a geração de dezembro pra cá”.

O aumento da tarifa de energia vigora como um dos fatores que impulsionaram o crescimento da microgeração. Também podem ser associados avanço, a isenção de ICMS nas operações com energia produzida por micro ou mini geração, praticada em alguns estados, além da recente liberação para que os consumidores utilizem recursos do FGTS para instalar os geradores.

Para os próximos anos, a microgeração terá um papel importante nos grandes centros urbanos brasileiros, conforme projeta Newton Duarte:

“Devemos ter, ao longo dos próximos dez anos, um papel importante da micro e mini geração distribuídas nos nossos grandes centros metropolitanos, criando uma situação interessante para as concessionárias de distribuição de energia elétrica, onde elas deverão ter um papel fundamental promovendo o fio, que é o grande seguro, ou seja, fazendo que a energia necessária para complementar essa auto geração possa vir dos grandes sistemas, a exemplo de Itaipu, carreados pelos sistemas de distribuição e também promovendo um seguro de energia para caso esses sistemas de micro e mini geração distribuídos não operem por alguma razão, algum defeito ou acidente, as distribuidoras possam dar o backup e fornecer a energia necessária para as residências e comércios nesse mundo de geração distribuída”.

O presidente da Cogen faz um breve panorama das resoluções de incentivo à microgeração e pontua  algumas iniciativas que, se implantadas, serão cruciais para a consolidação da micro e mini geração no Brasil:

“Nós precisamos, primeiro, ter uma facilidade e essa Resolução Normativa nº 687/2015 já define que as distribuidoras não terão mais três meses e sim, 34 dias para dar autorização, assim que recebida à solicitação do consumidor. Nós tivemos ainda uma medida importante do Confaz de dar aos estados a opção de não cobrar o ICMS do valor gerado pelo microgerador e somente cobrar o valor líquido entre geração e consumo; agora você só paga a diferença que é o valor consumido menos o valor autogerado. Isso deu uma apreciação muito grande e um crescimento do retorno do investimento, esse talvez seja o principal elemento talvez para que esse crescimento esteja em forma geométrica. A partir de 2020, com o programa do BNDES onde existe um decréscimo do custo dos financiamentos e na medida que a indústria possa promover uma localização maior dos componentes e produtos com fabricação brasileira, na medida que temos esses equipamentos brasileiros com custos mais suportáveis pelos consumidores e mais atraentes, termos então mais crescimento”.


Segundo projeções da Empresa de Planejamento Energético (EPE), o País chegará a 2024 com 700 mil consumidores-geradores de energia solar e uma capacidade instalada que deve alcançar 10 mil MW, somando a microgeração e os grandes parques solares.

A Web Rádio Água, em parceria com a Associação das Rádios Comunitárias do Extremo Oeste do Paraná (ARCEOP) – entidade com 40 rádios comunitárias associadas e alcance de 840 mil moradores na região Oeste e Sudoeste do Paraná – produz semanalmente o programa Água e Energia.


Se na Copa do Mundo de 2014 a Alemanha goleou o Brasil por 7x1, fora de campo, nosso País não deixa nada a desejar. Bom, pelo menos não quando se trata do potencial de energias renováveis. Para se ter uma ideia, só no Paraná o potencial de energia solar é 58% maior que a Alemanha. Esse é o tema do primeiro bloco do programa desta semana. Confira:


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Já o segundo bloco, abordamos os objetivos do Colóquio de Inovação e Cidades Sustentáveis, realizado no Parque Tecnológico Itaipu (PTI), em Foz do Iguaçu.


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Fechando esta edição, apresentamos uma nova qualidade de café que consome menos água para sua produção. Finalizamos com as ações de Educação Ambiental desenvolvidas no Refúgio Biológico de Santa Helena (PR).


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Com R$ 30 bilhões de investimentos federais previstos para o Plano Safra da Agricultura Familiar 2016/2017, a economia brasileira tem se firmado nos sucessivos recordes de produção de grãos. Graças ao Sistema de Plantio Direto (SPD), técnica importada dos Estados Unidos, nos anos 70, os produtores nacionais têm expandido cada vez mais as áreas de cultivo, garantindo o aumento produtivo aliado à preservação ambiental.

Segundo dados do Instituto de Pesquisa sobre Políticas Alimentares Internacionais (IFPRI, em inglês), o Brasil possui cerca de 30 milhões de hectares utilizando a técnica (pouco menos de 50% de toda a área plantada no território), garantindo ao País a segunda colocação mundial. O destaque fica por conta do Paraná, estado pioneiro no uso do sistema, com mais de 90% da área de plantio das culturas de verão em SPD.

Se até 1972 os produtores paranaenses perdiam mais de 20 toneladas de solo por hectare todos os anos por causa das erosões, atualmente, eles contam com diversas tecnologias de apoio para o uso e disseminação do SPD. É o caso da Plataforma Web – Sistema Plantio Direto, ferramenta online desenvolvida pelo Centro Internacional de Hidroinformática (CIH), na qual é possível calcular o Índice de Qualidade do Plantio (IQP) de cada propriedade rural registrada, com base em um cadastro e parâmetros de qualidade de manejo do solo. Além de permitir a visualização geográfica das informações em um mapa interativo.

De acordo com o 1º secretário da Federação Brasileira de Plantio Direto e Irrigação (FEBRAPDP), Ricardo Ralish, o objetivo é utilizar a ferramenta como mecanismo de difusão das técnicas do sistema:

“Esse projeto está indo muito bem. Ele [projeto] tem uma proposta bem interessante de desenvolvimento do Indicador de Qualidade do Plantio Direto (IQP), que é uma ferramenta de gestão. Isso ajuda bastante na tomada de decisão dos agricultores. É um projeto muito interessante que está indo muito bem. O que queremos agora é que ele se difunda. Queremos uma utilização em larga escala pelos agricultores, assistentes técnicos, empresas, cooperativas e outras. Há uma expectativa de difundirmos ainda mais e fazer com que haja uma aplicação maior dessa ferramenta”.

A ferramenta é resultado de uma parceria entre a Itaipu Binacional, a Federação Brasileira de Plantio Direto e Irrigação (FEBRAPDP) e a Fundação Parque Tecnológico Itaipu (FPTI), que desde 2007 vêm desenvolvendo uma metodologia participativa, denominada Índice de Qualidade Participativo do Sistema Plantio Direto (IQP), com o objetivo de qualificar o Sistema Plantio Direto e aplicação do método em 8 microbacias, em com 226 propriedades da Bacia Hidrográfica do Paraná 3.

“Tem um aspecto bem interessante da região em que estamos atuando, o oeste do Paraná, que tem uma característica fundiária e uma agropecuária de ponta. Isso torna possível e pertinente que a gente discuta a possibilidade de desenvolvermos nessa região um polo difusor, de fato, de uma agricultura sustentável, que seja representativa para o mundo. Então, nos parece bastante plausível, óbvio que precisamos do envolvimento de diversas áreas e setores para viabilizar isso, mas é uma proposta que nos parece bem concreta e factível. Quem sabe, no próximo contato, possamos dizer que, de fato, nós estamos dando os primeiros passos para tornar o oeste paranaense em modelo de agricultura sustentável”. 

Os produtores rurais podem contar ainda com a cartilha do Programa de Estímulo à Qualidade do sistema de Plantio direto na Palha, na Bacia Hidrográfica do Paraná 3 (BP3) e a publicação “Plantio direto: a tecnologia que revolucionou a agricultura brasileira”, ambas disponíveis gratuitamente para consulta. 

A Web Rádio Água, em parceria com a Associação das Rádios Comunitárias do Extremo Oeste do Paraná (ARCEOP) – entidade com 40 rádios comunitárias associadas e alcance de 840 mil moradores na região Oeste e Sudoeste do Paraná – produz semanalmente o programa Água e Energia.

O primeiro bloco é dedicado a iniciativa "Vai de Bici" - projeto desenvolvido no município de Passo Fundo, no Rio Grande do Sul, que utiliza o sistema de compartilhamento gratuito de bicicletas, visando incentivar as boas práticas físicas, além de ajudar o meio ambiente.

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Já o segundo bloco, presidente do Instituto Ambiental do Paraná (IAP), Luiz Tarcísio Mossato Pinto, comenta a adesão dos produtores rurais ao Cadastro Ambiental Rural (CAR).

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Fechamento esta edição, trazemos um panorama do uso do Sistema Plantio Direto no Brasil e a iniciativa Acadêmicos da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila) desenvolvem um projeto que tem como foco a elaboração de recursos didáticos para abordar o tema água. 

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