Logo Web Radio Água

Você está aqui:Início/MUNDO ÁGUA/João Mota

MUNDO ÁGUA

João Mota

João Mota

A Web Rádio Água e o Podcast Unesp - projeto desenvolvido pela Assessoria de Comunicação e Imprensa da Universidade Estadual Paulista (Unesp) - mantém uma parceria para intercâmbio de conteúdos. 

Nesta semana, Fernando Braz Tangerino, professor da Unesp de Ilha Solteira, narra as oportunidades geradas pelos sistemas de irrigação.

O Brasil pretende produzir três milhões de toneladas de peixes anualmente até 2020, o que representa um aumento de 20% ao ano durante todo o período. Se atingir essa meta, o País passa a fazer parte dos cinco maiores ofertantes de proteína de pescado do mundo. Para isso são necessárias mudanças no atual cenário da indústria e da logística, além de discussões sobre o emprego de ferramentas que possam contribuir para o desenvolvimento sustentável da cadeia aquícola.

Segundo dados do Ministério da Pesca e Aquicultura, a região Oeste do Paraná é um dos mais importantes polos de cultivo e processamento de pescado do Brasil, responsável por 13% da produção nacional. Com esse objetivo, a Itaipu Binacional o Parque Tecnológico Itaipu (PTI) e o Centro Internacional de Hidroinformática (CIH) irão promover em agosto o Workshop Aquatecnologia em Foz do Iguaçu (PR). 

Para o evento, está previsto a participação de representantes de instituições de ensino, pesquisa e extensão, setor industrial, produtores e órgãos de governo. A ideia do evento é fomentar a cadeia produtiva na região Oeste do Paraná, conforme explica André Watanabi, engenheiro agrônomo da Itaipu Binacional:

“O objetivo desse workshop é trazer para o conhecimento de todos as tecnologias para a produção de pescado ou aquícola que venham contribuir para o desenvolvimento sustentável da produção de peixe para a nossa região. Em função do grande potencial de produção, nós temos uma enorme rede de frigoríficos que têm uma demanda muito grande pelo processamento de peixe. Hoje, a região Oeste do Paraná se destaca pela grande cultivo de peixe em viveiro escavado, que utiliza a água e tem a questão de utilização de efluentes e também será abordado nesse congresso, ou seja, o tratamento do efluente da produção.”

Para participar do workshop, os interessados devem enviar uma solicitação para o e-mail Este endereço de e-mail está protegido contra SpamBots. Você precisa ter o JavaScript habilitado para vê-lo. . As inscrições são gratuitas, mas as vagas são limitadas. 


*Escrito por João Mota com supervisão de Vacy Alvaro


O Projeto Água: conhecimento para gestão" - resultado de um convênio entre a Agência Nacional de Águas e a Fundação Parque Tecnológico Itaipu, e a Itaipu Binacional- com o objetivo de promover novas formas de comunicação e educação ambiental em recursos hídricos, lançou uma versão personalizada da revista de passatempos Coquetel.

A edição "Água: eu uso, eu preservo" aborda temas como consumo sustentável, ciclo da água, distribuição da água no planeta, usos e desafios da gestão das águas nas diferentes regiões do país, conflitos pelo uso da água, mobilização social entre outros. 

Claudio Osako, diretor técnico da Fundação Parque 
Tecnológico Itaipu, ressalta a importância do material para o público jovem:

“Nós procuramos no projeto achar um canal que se comunique com o jovem. O projeto já utiliza as redes sociais, a divulgação de jogos, que o jovem tem o interesse de participar, de jogar. Então acho que é isso, é buscar os canais por onde a gente consiga com os jovens, elementos e conteúdos de importância ambiental, isso que o grande ponto que eu vejo de importância de lançar uma revista que nem a Coquetel. Naquelas palavras cruzadas estão conteúdos, mensagens de caráter ambiental e de caráter de cuidados com a água.”

Além da revista o Projeto oferece o “Água em curso”, capacitação online e gratuita que conta com recursos didáticos pedagogicamente elaborados para chamar a atenção dos jovens e ainda promove interações por meio do game educativo “Água em jogo”. A revista será distribuída gratuitamente em escolas e eventos que envolvam prioritariamente o público jovem.

Ações de conservação e produção sustentável desenvolvidas em sete bacias hidrográficas do País fazem parte do Portfólio de Boas Práticas Agropecuárias, lançado pelo Programa Água Brasil – uma parceria entre Fundação Banco do Brasil, Agência Nacional de Águas (ANA) e a ONG WWF-Brasil. 

A nova ferramenta do produtor rural tem o propósito de tornar os sistemas de produção mais rentáveis e competitivos, além de assegurar a oferta de alimentos agrícolas que atendam às necessidades dos consumidores. 

Dividido em dois volumes, o portfólio aborda os quatro principais temas do Água Brasil: Boas Práticas Agropecuárias, Restauração Ecológica, Certificações e Instrumentos Econômicos e Financeiros.

Leda Tavares, especialista em Agricultura do Programa Água Brasil, explica sobre a importância do desenvolvimento da ferramenta:

“O portfólio veio para cumprir com a necessidade de disseminação da informação. Então, quando nós juntamos e fizemos as unidades demostrativas de boas práticas agropecuárias nas sete bacias que o Água Brasil atua, percebemos que havia uma necessidade de fazer um material técnico que pudesse apoiar essa implantação, essa continuidade das unidades demonstrativas e a implantação de novas áreas e a própria expansão das áreas já trabalhadas, então o portfólio veio cumprir com essas lacuna”.

Todas as técnicas apresentadas nos livros foram aplicadas em campo por meio de projetos-piloto em cada uma das localidades beneficiadas pelo Água Brasil. Ao adotar as Boas Práticas Agropecuárias, o produtor rural poderá identificar e controlar diversos fatores que influenciam a produção, contribuindo para o aumento da produção animal e vegetal e na redução das perdas. A publicação está disponível no endereço www.blogaguabrasil.org.br



Para conscientizar os sobrinhos sobre a importância da economia da água, a professora e advogada Luciana Cordeiro de Souza contava histórias em que o elemento Água surgia como uma personagem carismática e dedicada a ensinar sobre o valor do recurso. Assim surgiu a ideia de escrever o livro 'Clara: Uma gotinha d'água'. O conteúdo didático foi elaborado para informar crianças e jovens.

O enredo traz uma conversa da gotinha Clara com o trio formado pelos irmãos Guilherme, Mariana e Juninho, além da cadelinha Sissi. Como um material de apoio para educação ambiental, o livro aborda temas como a importância da água, o ciclo hidrológico e os problemas da poluição que afetam a qualidade dos mananciais.

Para publicar o primeiro volume, a escritora contou com o apoio de uma plataforma digital de arrecadação de recursos para financiamento de projetos. Luciana Cordeiro  fala sobre o projeto e a expectativa para novos volumes:

“Em maio desse ano ano eu consegui fazer a publicação do primeiro volume de forma independente. O volume dois, que é a 'Clara e a Reciclagem', que pretendemos lançar em setembro e já está em fase de ilustração, porque algumas mães colaboraram com o projeto para que seus filhos venham a compor com a Clara na próxima história. Então nós temos o volume dois sendo feito. O volume três que é 'Clara e as Águas Invisíveis', que fala sobre as águas subterrâneas e apresenta o Aquífero Guarani e o Alter do Chão, os maiores e mais importantes aquíferos do Brasil. Esse eu acredito que até o final do ano eu consiga produzir, porque consegui a ajuda de um patrocinador.”


A ilustração de Clara foi inspirada na mãe da autora, Dona Clarinda, e das crianças, em fotos dos sobrinhos da escritora quando ainda eram pequenos. Os exemplares podem ser adquiridos diretamente com a autora pelo e-mail Este endereço de e-mail está protegido contra SpamBots. Você precisa ter o JavaScript habilitado para vê-lo. .


Mesmo com o fim do prazo para a aplicação da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), previsto para agosto do ano passado, a realidade nos lixões pouco mudou no Brasil. Conforme a lei, as prefeituras poderiam responder por crimes ambientais caso não destinassem os seus resíduos corretamente. Além do risco de não receberem mais verbas do governo federal, os prefeitos corriam inclusive o risco de perder os seus mandatos.

Nos últimos 11 anos, o aumento da geração de lixo foi de 29%, maior do que o crescimento populacional registrado no período, que foi de 6%. No Paraná, por exemplo, há cidades que ainda não apresentaram um plano de adequação. No estado, uma alternativa para os pequenos municípios é a formação de consórcios para uso conjunto dos aterros.

Apesar do atraso de alguns municípios, no geral o Paraná vem mostrando bons resultados quanto à destinação de seus resíduos sólidos, conforme explica Gabriela Otero, coordenadora técnica da Associação Brasileira das Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (ABRELPE):

“Dentro da região Sul, o Paraná tem bons indíces de destinação dos resíduos que coleta, consegue coletar quase 95% do que é gerado no estado é coletado e tem uma destinação final. Como que é essa destinação final? Cerca de 70% vai para aterros sanitários, de acordo com o nosso levantamento, mas 20% ainda vai para aterro controlados e 10% vão para lixões. Então, podemos dizer que 30% do que é coletado no Estado do Paraná ainda tem uma destinação ambientalmente incorreta e que precisa melhorar. O Paraná já tem seu plano estadual de resíduos sólidos, ou seja, esta conforme com a lei a sua capital também possui o seu plano de gestão integrada, mas é preciso buscar melhorar esse índice de resíduos sólidos que ainda estão indo para lixões e aterros controlados.”

Entre os estados mais atrasados em estabelecer um plano de gestão para seus resíduos sólidos está Alagoas. Dos 102 municípios, apenas a capital Maceió conseguiu acabar com o lixão e criar um aterro, como previsto na lei. Ainda segundo a coordenadora, o Distrito Federal é o que apresenta maior preocupação:

“Outro destaque negativo, infelzmente, é o Distrito Federal. O coração do nosso País, que abriga a Capital. O Distrito Federal utiliza o maior lixão da América Latina, que é o lixão da Estrutural, levando quase 4.500 toneladas por dias para esse lixão. O que é muito e só tem essa forma de disposição final lá. Então nós temos que voltar nossos olhos para a capital, para que ela sirva de exemplo, por exemplo para um estado como Alagoas.”

Em jullho, o Senado aprovou um projeto que prorroga o prazo para as cidades brasileiras adequarem a gestão que fazem do lixo às regras da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS). Os novos prazos variam de julho de 2018 a julho de 2021, conforme o número de habitantes de cada cidade.

Localizado no Piauí, o Parque Nacional da Serra da Capivara é tombado pela UNESCO como Patrimônio Mundial da Humanidade. A unidade de conservação possui a maior concentração de sítios arqueológicos das Américas, com uma grande quantidade de pinturas e gravuras rupestres.

O Parque – que é administrado pela Fundação Museu do Homem Americano (Fundham) - reúne um acervo de vestigios humanos datados de mais de 30 mil anos. Porém, sem fonte fixa de renda, o parque depende de repasses do governo, além de parcerias e doações.

O dinheiro repassado atualmente ainda não é suficiente para cobrir o custo anual de R$ 3,6 milhões, entretanto essa situação pode ser resolvida em breve com a inauguração do Aeroporto Internacional da Serra da Capivara, prevista ainda para este ano. Um dos entraves era a falta de homologação da pista pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC).

Com uma grande quantidade de pinturas e gravuras rupestres, o parque possui a maior concentração de sítios arqueológicos das Américas.

A expectativa é que o a estrutura do parque e do museu sejam mantidas com o maior tráfego de turistas na região, conforme explica Niédie Guidon, arqueóloga e presidente da Fundham:

“Aqui foi feito um estudo e nós poderiamos ter cerca de seis milhões de turistas por ano, o que representaria uma quantidade de recursos que permitiria que o Parque Nacional fosse mantido. Infelizmente, sem esse aeroporto, nós estamos nessa situação.”


A homologação da pista é também a condição exigida para que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) libere mais de R$ 13 milhões para a construção de um novo museu na cidade - o Museu da Natureza. Entre as atrações do local está a exposição de fósseis de espécies da macrofauna que habitavam a região. Niédi Guidon fala da importância social dos atrativos para a localidade:

“O Parque Nacional, o Museu e o turismo são as únicas fontes de trabalho nessa região. É uma região extremamente seca. O solo é cheio de pedras, é muito salgado, então aqui realmente a agricultura não dá recursos. A importância de tudo isso é manter a possibilidade dessa população de trabalhar e viver de uma maneira digna.”


Em parceria com outros órgãos ambientais, a Fumdham tem como missão garantir a preservação do Parque Nacional da Serra da Capivara, além de realizar pesquisas científicas interdisciplinares e promover a integração do patrimônio com a população local.

Mais de 3,2 mil toneladas de embalagens de defensivos agrícolas pós-consumo foram descartadas de forma ambientalmente correta no Paraná durante o primeiro semestre deste ano. Comparado ao mesmo período de 2014, a logística do material alcançou um crescimento de 16% no estado.

Segundo a análise realizada pelo Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias (inpEV), no mesmo período foram destinadas 24.690 toneladas do material em todo o País. O Paraná aparece em segundo lugar no ranking, perdendo apenas para o estado do Mato Grosso que destinou quase 6 mil toneladas do material no mesmo período.

Desde 2002, quando iniciou as operações do Sistema Campo Limpo – responsável pela logística reversa de embalagens vazias de agrotóxicos – já foram destinadas mais de 330 mil toneladas do material no País. Caio Fernades, coordenador do InpEv no Paraná, comenta sobre as alterações que melhoraram o sistema de coleta no Estado:

“O Paraná é sempre o segundo estado em função da área de plantio, que é menor. Até o momento três mil toneladas, um aumento de 16% em relação ao mesmo período do ano anterior. Esse aumento se deve à uma melhoria de logística na nossa operação. Nós fizemos uma série de mudanças no nosso trabalho, melhoramos o recebimento itinerante, que o agricultor leva até pontos pré-estabelecidos. Temos agora uma função de agendamento online que facilita ainda mais para o agricultor fazer essa devolução, com isso conseguimos aumentar esse volume.”

A iniciativa gera resultados positivos para o meio ambiente e a sociedade. Com o descarte correto, 447 mil toneladas de CO2 deixaram de ser emitidas na atmosfera, um volume correspondente a um milhão de barris de petróleo que deixaram de ser extraídos. Informações sobre regiões e pontos de coletas podem ser obtidas no site: www.inpev.org.br.


O Seminário Diálogos Energéticos é um ciclo de debates promovido pela WWF-Brasil em parceria com instituições voltadas a questões sustentáveis e ambientais. Ao todo, serão três encontros com o objetivo de discutir sobre as alternativas energéticas renováveis de um jeito diferente, leve e inspirador. Participam das discussões especialistas e representantes das esferas pública, privada e de organizações sociais.

O primeiro encontro, que aconteceu em junho, contou com a presença do secretário de Energia do Estado de São Paulo, João Carlos Meirelles, do secretário-geral do WWF-Brasil, Carlos Nomoto, do fundador do Projeto Saúde e Alegria, Eugênio Scannavino, entre outras personalidades que tiveram a tarefa de provocar a reflexão aos participantes com conversas e casos inspiradores sobre a questão energética no Brasil.

Os próximos assuntos a serem abordados serão a microgeração de energia e o financiamento de energias renováveis, conforme explica Alessandra Matias, analista de conservação do Programa de Mudanças Climaticas e Energia da WWF-Brasil:

“Como um principal norte do segundo seminário, vamos falar de inovação na geração do armazenamento de energia. Hoje cerca de 20% da energia que produz no Brasil se perde nas linhas de transmissão. É mais que o dobro dos outros países. Então uma das soluções é temos tecnologias adequadas para isso, e uma delas é a supercondutividade. Também estará presente o presidente do Instituto Ideal, Mario Passos, e ele vai falar como é que está se desenhando isso na América do Sul, e sobretudo, no ramo da energia solar o que é que está avançando. Então temos a parte de falas inspiradoras, que nos dará um norte de como está a situação no mundo e no Brasil. Depois entraremos num debate propriamente com entes específicos de cada setor”.

O Seminário Diálogos Energéticos é um evento gratuito e realizado no Centro de eventos SP Center, na capital paulista. As inscrições estão disponíveis em wwf.org.br/dialogosenergeticos .


O uso de esgoto na agricultura é uma forma sustentável de aumentar a produtividade na lavoura e também uma alternativa para economizar água. É o que aponta a pesquisa realizada pelo Núcleo de Pesquisa em Geoquímica e Geofísica da Litosfera (Nupegel) da USP, sobre irrigação de solos agrícolas utilizando os resíduos do tratamento de esgoto.

Em tempos de escassez hídrica, a pesquisa é importante porque resulta na economia de recursos, tais como: a economia de água e de fertilizantes minerais, o manejo inadequado das águas residuárias do tratamento de esgoto sendo despejados diretamente em rios, além do aumento da produtividade das culturas irrigadas com esses efluentes.

No entanto, a técnica não pode ser utilizadas em toda as culturas. As hortaliças, por exemplo, que entram em contato direto com a água e não sofrem nenhum processo até seu consumo, tornam-se inadequadas para a alimentação humana. Para se ter uma ideia da eficiência do projeto, em experimentos com cana-de-açúcar, a produção foi 60% maior que a média da produção sem irrigação no estado de São Paulo.
Adolpho José Melfi, responsável pela pesquisa e coordenador do Nupegel, comenta a técnica e a sua importância:

“Nós temos os dados necessário para mostrar que não existe perigo para utilização (da técnica), desde que evidentemente nós tenhamos todos os cuidados. Conhecer o solo que estamos irrigando, conhecer os tipos de culturas que podemos irrigar. Não vamos irrigar hortaliças com essa água, mas por exemplo, cultura de girassol, café, milho, capim laranja. No exemplo da laranja, nós estamos irrigando a parte basal, da raiz, e o fruto não tem nenhum contato com a água. Na Flórida, nos EUA, todos os laranjais são irrigados com afluentes de esgoto tratado. Então essa é uma prática que poderia ser extremamente importante para nós, assim permitimos o aumento de produção de alimentos, melhoria das condições ambientais. É um método que provocaria economia para o produtor e do ponto de vista da sociedade, a técnica seria aceita como já foi aceita em muitos países.”

Apesar de ser uma alternativa viável e interessante dos pontos de vista ambiental, econômico e social, a técnica ainda é pouco utilizada no Brasil. Isso acontece por ser uma área relativamente nova para a qual não existe uma legislação específica. Por isso são necessários estudos  sobre o impacto dessa metodologia no solo, nas plantas, na água e na atmosfera para que assim haja regulamentação para sua implantação.

<< Início < Anterior 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Próximo > Fim >>
Página 6 de 10

Redes Sociais

  • Facebook: webradioagua
  • Linked In: webradioagua
  • Orkut: 15823632741848208134
  • Twitter: webradioagua
  • YouTube: webradioagua

Centro Internacional de Hidroinformática | Parque Tecnológico Itaipu
Av. Presidente Tancredo Neves, 6731 | CEP 85.867-900
Foz do Iguaçu | Paraná | Brasil
+55 45 3576-7038

 

2020 • Todos os Direitos Reservados