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A Web Rádio Água e o Podcast Unesp - projeto desenvolvido pela Assessoria de Comunicação e Imprensa da Universidade Estadual Paulista (Unesp) - mantém uma parceria para intercâmbio de conteúdos.

Nesta semana, Fernando Braz Tangerino, professor da Unesp de Ilha Solteira,narra os principais desafios da agricultura irrigada no País:

“Quando falamos ou pensamos na agricultura irrigada, temos alguns desafios a enfrentar. O primeiro deles é o do convencimento do produtor de alimentos de que sistemas de irrigação não é custo, e sim investimento, que vai fazer com que ele possa tirar da terra uma rentabilidade muito superior a que ele teria se não tivesse um bom projeto de irrigação. Sendo mais claro e objetivo, a agricultura irrigada se expande mais onde os sistemas de irrigação já fazer parte da paisagem de um município ou região. Parece óbvio, mas na prática não é uma tarefa fácil convencer um produtor a sair da dependência das chuvas para a condição da agricultura irrigada. Por outro lado, muitos irrigantes ainda não perceberam a vantagem em investir em sistemas de irrigação adequados a sua situação de solo, clima, topografia, culturas a serem irrigadas, qualidade e disponibilidade de água, nível de automação e por fim, disponibilidade de caixa, e configurando (após decidir pelo método ou sistema de irrigação) um bom projeto de irrigação”.

Tangerino indica os pontos mais relevantes no planejamento do sistema de irrigação:

“Um bom projeto de irrigação leva em consideração cinco pontos-chave: deve ser capaz de entregar as reais necessidades de evapotranspiração das culturas de interesse, com uniformidade adequada (ou seja, a variação da vazão ou de precipitação deve ser inferior a 10%). Atendida essa condição, o irrigante tirará ainda mais proveito da técnica, altamente vantajosa para diminuição dos custos de produção e aumento das receitas. O sistema de irrigação deve ser bem montado, preferencialmente com bons materiais, e por fim, uma análise econômica entre lâminas de projeto e diâmetro da tubulação deve buscar o equilíbrio entre os custos operacionais e os investimentos necessários da aquisição e montagem do projeto à luz da tarifa de energia diferenciada vigente no País. Não existe solução milagrosa. Em projetos de irrigação estão embutidos conhecimentos e estes tem um valor que precisa ser incorporado ao investimento para o seu sucesso pleno”.

Outras informações sobre irrigação e agroclimatologia podem ser obtidas na pagina clima.faes.unesp.br

O professor do Instituto de Biociências da Unesp em Rio Claro, Mauro Galetti Rodrigues, desenvolveu uma pesquisa sobre o impacto de cães domestico em florestas. Intitulada “Cachorro doméstico é o principal predador da mata Atlântica”, a pesquisa monitora o comportamento de cães abandonados em mais de trinta áreas da Mata Atlântica de São Paulo, com o objetivo de avaliar como o animal doméstico afeta as regiões silvestres e suas possíveis consequências ambientais e sociais. 

 Ecólogo da Unesp em Rio Claro, Rodrigues esclarece detalhes da pesquisa:

“Nós estamos monitorando e fazendo levantamento de mamíferos em mais de trinta áreas da Mata Atlântica do estado de São Paulo para com isso entender o que ainda resta tanto em áreas bem fragmentadas, que estão “imersas na cana”, até áreas continuas na Serra do Mar,  um projeto financiado pela Fapesp. Todos os fragmentos têm animais domésticos, e boa parte tem o javali, que invadiu o estado de São Paulo e poucas áreas tem o predador natural que é a onça-pintada. É comum encontrarmos o cachorro doméstico em estado selvagem, que chamamos de 'feral', ou cachorros que são 'semi-ferais, que voltam pra casa, mas estão caçando na floresta. Esse animais tem um impacto enorme na predação de cutias, de pacas e veados, eles matam os animais. Muitas vezes não é nem para comer, eles simplesmente matam esses animais selvagens”. 

O ecólogo sinaliza medidas para controlar o problema:

“A melhor medida seria retirar esses animais da mata. Mas sempre tem um apelo muito grande por serem cachorros domésticos e é difícil lidar com essas situação em termos da sociedade protetora dos animais. O ideal, como se faz nos Estados Unidos ou em outros lugares, é capturar esses animais e levar para outros lugares. No caso não nunca mais largariam esses animais,  senão trariam problemas para outras regiões. Se trata também de um problema de saúde pública porque quando esses animais, ao entrar na mata, podem estar pegando doenças de animais selvagens e levando para a cidade, ou vice-versa, pegando doenças na cidade e levando para animais selvagens”.

Outras informações podem ser obtidas pelo site labic.eco.br.  A Web Rádio Água e o Podcast Unesp - projeto desenvolvido pela Assessoria de Comunicação e Imprensa da Universidade Estadual Paulista (Unesp) - mantém uma parceria para intercâmbio de conteúdos.

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A Unesp de São Vicente (SP) inaugurou no dia 5 de julho o Instituto de Estudos Avançados do Mar (IEAMar). Desenvolvido para se tornar referência nacional e internacional em assuntos relacionados à exploração marinha, a preservação ambiental e o desenvolvimento de produtos e tecnologias para ajudar a sociedade, o centro de estudos agregará pesquisadores de diversas áreas e de todo território nacional. 

Com investimentos estimado em R$ 25 milhões, o IEAMar foi criado com apoio do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, além do investimento da própria Universidade para a concretização do projeto. O Instituto já conta com 117 especialistas da Unesp e pesquisadores externos, e desenvolve trabalhos de capacitação desde março do ano passado. 

Denis Abessa, especialista em poluição marinha e gerenciamento costeiro da Unesp em São Vicente e vice-coordenador do Instituto, apresenta a proposta do trabalho: 

“ O IEAMar foi pensado junto com o Ministério de Ciências, Tecnologia e Inovação para trazer para uma parte de equipamentos aqui no Litoral para dar suporte a pesquisas, principalmente na área de mar da Antártica que é o setor que financiou parte do Instituto junto com a Unesp. Inicialmente terá pesquisas na área da prospecção de minerais, inclusive de petróleo no litoral, que existe uma demanda e uma série de pesquisas até com o envolvimento de gente da Unesp e outras instituições. Há a parte de aquicultura e maricultura, que é um grande potencial que temos no litoral brasileiro. Há a parte de oceanografia, com entendimento de processos importantes que tem influência na zona costeira e e grandes processos que abarcam os oceanos como um todo. Também há a área de poluição marinha. Hoje a Baixada Santista e alguns outro centros como o Campus do litoral, a Unisep e algumas particulares como a Unisanta e a Unimonte, praticamente temos o principal centro de produção de conhecimento em poluição marinha do mundo, junto com outras grandes universidades. Então vislumbramos a possibilidade de fazer uma série de trabalhos novos. O IEAMar tem muitos equipamentos, alguns que só existem um ou dois no Brasil e todos esses equipamentos reunidos no mesmo lugar, o que facilita a vida de pesquisadores interessados em fazer uso dessa facilit. Por esse ponto de vista, a ideia é que não sirva só para a Unesp, mas para a comunidade científica brasileira em geral, o que vai permitir darmos um salto de qualidade naquilo que está sendo desenvolvido sobre Ciências do Mar aqui no Brasil”. 

Abessa informa sobre o cadastramento de pesquisadores no IEAMar: 

“Estamos cadastrando projetos. Quem entrar no site do IEAMar poderá ver que há uma área que fala sobre a instituição e os equipamentos. O pesquisador, não só da Unesp, que quiser se cadastrar, deve entrar no site e enviar seus projetos para oficializar o cadastramento junto ao IEAMar e isso permitirá que a pessoa use os equipamentos dentro das regras criadas para isso”. 

Outras informações podem ser obtidas no site www.ieamar.unesp.br

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Nesta semana, Carlos Alexandre Costa Crusciol, especialista em Agronomia da Unesp em Botucatu e coordenador da pesquisa “Preparo do solo em faixas e calagem na cana-de-açúcar: qualidade do solo, emissão de gases de efeito estufa, parâmetros fisiológicos e produtividade”, esclarece detalhes do trabalho desenvolvido.

“O sistema de preparo normalmente utilizado na cana-de-açúcar é um sistema convencional, onde é feito, basicamente, gradagens e, as vezes, em algumas situações, arações e gradagens. Nos últimos anos, surgiu um sistema onde eu não faço o preparo e revolvimento do solo em área total. Só faço preparo e revolvimento na área onde vou fazer o sulco e plantar a cana-de-açúcar. Esse sistema de preparo, apesar dele mobilizar menos o solo, teoricamente/ambientalmente parece mais interessante porque a mecanização da cana-de-açúcar é muito intensa, passam maquinas grandes e pesadas que compactam o solo, como não existe uma referência, essa compactação ou esse 'pisoteio' em muitas situações, pisavam a lavoura, compactando e reduzindo a produtividade. Esse sistema vem atrelado com a tecnologia de georreferenciamento, onde é utilizado o georreferenciamento por satélite e a próxima área a ser preparada esta equidistante da faixa anterior. Então, começa-se definir a área que será pisoteada, reduzindo o pisoteio da área onde tem plantas se desenvolvendo. Onde tem compactação não cresce raiz, então para que vamos preparar esse solo, com custo de energia elevado, consumo de combustível, se essa área será pisoteada? O grande questionamento foi o seguinte: quando vou corrigir a acidez do solo, eu corrijo a área toda ou só a área preparada? E qual é a proposta do trabalho? A proposta é avaliar primeiro, se coloco o calcário em área total ou coloco só na faixa. Segundo, qual é realmente a vantagem desses preparos de solo, em termos de qualidade de solo e qualidade ambiental?”

O coordenação destaca as possíveis vantagens da plantação em faixas:

“Nós acreditamos que, no primeiro momento, em função do preparo agressivo que ele provoca, exista uma maior emissão de gases de efeito estufa. Porém, com a cultura se estabelecendo, acreditamos que ela se desenvolva mais, produza mais, sequestre o carbono que ela emitiu e fixe esse carbono no solo. Onde, ao longo do ciclo da cultura, o balanço seja positivo. Iremos avaliar também, o quanto que esse preparo interfere no armazenamento da água do solo. Acreditamos que o armazenamento tende a subir, e aumente também, teoricamente, a produtividade e a cultura fique menos suscetiva aos períodos de seca”.

Ouça a entrevista no player acima. 



Nos dias 24 e 25 de maio, estudantes e professores do Instituto Federal de Minas Gerais (IFMG) – Campus Congonhas, participaram das aulas presenciais do curso “Elaboração de Spots de Rádio e Manuseio da Plataforma Web Rádio Água”. A iniciativa é oferecida pelo Projeto Água: Conhecimento para Gestão em parceria com o Projeto WRA. No conteúdo estiveram teorias e técnicas para a elaboração de conteúdos, além de atividades práticas de gravação, edição e publicação na plataforma WRA. Ouça todos os spots produzidos durante a capacitação!


Gleydiane Marcelle e Ana Carolina Souza Pereira

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Carlos Eduardo, Stefhane Silva e Lohanne Brisa

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Maristella Moreira Santos e João Luís Lobo Monteiro de Castro

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Felipe Freitas e Gabriel Cordeiro

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Lohane Brisa, Vinícius Jeunon, Ana Carolina Souza Pereira e Rodrigo Gomes

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Luana Silva Rezende e Thadyanara Martinelli

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Tiago Grossi Dornelas e Sandra Luiza Pereira de Souza


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Nesta semana, Fernando Braz Tangerino, professor da Unesp de Ilha Solteira, narra o cenário hídrico do Noroeste Paulista durante a estação de inverno:

“Entramos em um período do ano em que a irrigação será muito mais exigida para que se alcance as produtividades desejadas e assim se ter um melhor aproveitamento dos investimentos feito em sistemas de irrigação. Entraremos no inverno e logo na primavera, e aqui no Noroeste Paulista enfrentamos historicamente de seis a sete meses de deficit hídrico por ano. O maior déficit acontece em agosto, quando em média, se tem entre 96 e 109 ml de deficit hídrico e o total anual que varia entre 442 ml e 490 ml. Mas não podemos descartar as anormalidades climáticas, como a registrada em 2012 quando em Pereira Barreto o deficit hídrico acumulado anual chegou a 783 mls de acordo com os diferentes estudos realizado pela Unesp de Ilha Solteira."

Tangerino explica a relevância da irrigação durante a estiagem e aponta as vantagens da técnica:

“Mais uma vez abordaremos o manejo da irrigação. Aplicar a água no momento e na quantidade adequada para diferentes culturas é o principal desafio dentro da agricultura irrigada atualmente. Mas nos perguntam: porque devemos nos preocupar com essas coisas ligadas ao manejo da irrigação, como a evapotranspiração de referencia e da cultura, coeficiência da cultura, capacidade de campo, entre outras? A primeira das razões é a econômica. Controlando a água aplicada, definindo o momento e a quantidade correta para satisfazer as necessidades das culturas, nós reduzimos o total de água aplicada, temos menos horas de funcionamento do conjunto 'motobomba', menor consumo de energia. Melhorando a produtividade e qualidade da produção. Mas há outras vantagens ligadas ao meio ambiente e aos investimentos feitos em serviços de assessoramento ao irrigante. De maneira geral, uma correta distribuição de água no solo resulta em uma paisagem mais homogênea, mais bonita. Melhoramos a qualidade da água do manancial onde capitamos essa água, aumentamos a eficiência no uso da energia e ainda fazemos uso mais intensiva das informações obtidas das estações agrometeorológicas. Na prática estamos falando em economizarmos entre 10% e 20% da água aplicada e o aumento da produtividade dos cultivos e da qualidade da produção, assim como o aumento da lucratividade do negócio da produção de alimentos.” 

Outras informações sobre irrigação e agroclimatologia podem ser obtidas na pagina clima.faes.unesp.br

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O ProfÁgua – Mestrado Profissional em rede nacional em gestão e regulação de recursos hídricos - é um curso a ser realizado por uma rede de universidades públicas de todas as regiões do Brasil. A pós-graduação vai proporcionar formação teórica e prática em áreas como Engenharia, Geografia e Ciências Sociais. 

O objetivo é aprimorar as competências de profissionais e pesquisadores integrando e gerando conhecimento sobre a temática. Suzana Maria Gico Montenegro, coordenadora pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), avalia o Programa:

“O curso é a uma inovação na área de recursos hídricos. Existem vários programas de pós-graduação, mas os programas convencionais, que são programas acadêmicos, então acho que temos poucas iniciativas de mestrado profissional. Mestrado em rede, de fato, é a primeira iniciativa. Participar de uma iniciativa em rede, em ponto de vista de recursos hídricos, é extremamente proveitoso. Tende a produzir um ambiente, uma sinergia em que a gente avança muito mais, porque um escuta a experiência do outro e vamos avançando junto. Eu vejo como uma experiência de fato inovadora e com grande potencial para a área profissional de recursos hídricos. Nós podemos trabalhar com pesquisas básicas, como qualquer área de recursos hídricos. Em vista de pesquisas aplicadas, nós temos um instrumento federativo, uma lei nacional, que de certa forma uniformiza os procedimentos, pelo menos de maneira macro para todos os estados. Só que na verdade cada estado foi avançando de maneira muito particular por conta de dinâmicas, questões politicas, questões técnicas. Eu acho que esse curso deve proporcionar avanços mais sistêmicos para que avançarmos de maneira mais conjunta”. 

A coordenadora destaca os enfoques do curso na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE):

“Nesse primeiro momento, vamos trabalhar, além dos profissionais de Engenharia que já tínhamos no nosso núcleo de pós-graduação, teremos um profissional de Agronomia, que esta ligado à área de Educação, então já é um diferencial. Teremos também um profissional na área de administração. Isso tende a puxar um pouco pra essa área não ficar só na questão da Engenharia. E temos um profissional engenheiro que atuará com a questão de recursos hídricos ligados à irrigação. Quando a gente puxa essa questão para área agrícola estamos valorizando o setor. As cidades são importantes, temos vários problemas nas cidades, mas o campo também precisa de atenção especial”. 

A Universidade Estadual Paulista (Unesp) realizou no dia 18 de maio o primeiro encontro de professores do programa de Mestrado Profissional em Rede Nacional em Gestão e Regulação de Recursos Hídricos (Prof­Água). O evento teve como objetivo, discutir as propostas de trabalho a serem implementadas no curso de mestrado coordenado pela Unes.

O Prof­Água irá 
proporcionar formação teórica e prática em áreas como Engenharia, Geografia e Ciências Sociais. O objetivo é aprimorar as competências de profissionais e pesquisadores integrando e gerando conhecimento sobre a temática. Edmílson Costa Teixeira, coordenador do mestrado pela Universidade Federal do Espírito Santo, esclarece o enfoque da instituição no Programa de Mestrado coordenado pela (Unesp).

“O Espirito Santo então vai focar mais na área de concentração de instrumentos de 
gestão. Ele trabalhará modelagens de qualidade e quantidade de água e de processos erosivos. Isso afetando água, desenvolvimento e regiões hidrográficas. E isso conectado a politica nacional de recursos hídricos. Trabalha água e desenvolvimentos de regiões. Para outra área de concentração que é gestão e governança. Trabalhamos já na gestão centralizada participativa, integrada, ou seja, sempre buscando um carácter menos disperso, há suposição é muito fragmentada hoje, e o que a gente busca é o contrário: tentar fazer com que a politica de recursos hídricos, que é o tema central do curso, comprove que ela é das mais integradoras que você tem para tratar de sociedades. Então é isso que a gente mais pretende com o curso de fazer essa integração. E como nós somos da academia a gente está aqui para desenvolver dispositivos que venham ajudar na consolidação da politica nacional. Eu acredito que, não só olhando o Espírito Santo, mas com interação que nós vamos ter com outros polos, eu acho que isso vai ficar muito forte. Nós temos aqui o Prof­Água que poderá se tornar um instrumento nacional de auxilio à consolidação da Política Nacional".

Costa destaca o publico-alvo do projeto:

“Apesar da ideia inicial ser mais voltada para o público já dentro do sistema, hoje não é 
muito fácil de se garantir isso, por questões ilegais. Então você não pode restringir demais o acesso a outro. Então não importa quem esteja. O importante é gerar produto para o sistema".

A Web Rádio Água, em parceria com a Associação das Rádios Comunitárias do Extremo Oeste do Paraná (ARCEOP) – entidade com 40 rádios comunitárias associadas e alcance de 840 mil moradores na região Oeste e Sudoeste do Paraná – produz semanalmente o programa Água e Energia.

No primeiro bloco, é abordado o tema da semana do meio ambiente que é comemorada do dia 30 de maio ao dia 5 junho. Tendo a parceria da Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente de Santa Helena, em conjunto com Secretaria de Saúde, Coletivo Educador e o Departamento de Lazer, foram realizadas na última segunda-feira atividades relacionadas ao meio ambiente.

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Já o segundo bloco, trata da conscientização da população quanto ao uso racional da água e a importância do saneamento básico, por meio de uma revista da Turma da Mônica. O que antes era em versão impressa, agora também em versão digital, atinge um publico muito maior.

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E para o fechamento desta edição, duas boas notícias. Uma é sobre a reciclagem de latas de alumínio, que no ano passado, quase todas colocadas no mercado foram recicladas. E a outra boa notícia é sobre a destinação correta de materiais recicláveis coletados por funcionários de uma unidade básica de saúde.

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Sugestões de assuntos para o Programa Água e Energia são bem-vindas. Entre em contato conosco pela nossa página facebook.com/webradioagua.

Agradecemos a audiência!

A Universidade Estadual Paulista (Unesp) realizou em 18 de maio o primeiro encontro de professores do Programa de Mestrado Profissional em rede nacional em gestão e regulação de recursos hídricos (ProfÁgua). O evento teve como objetivo, discutir as propostas de trabalho a serem implementadas no curso de mestrado coordenado pela Unesp.

O Pro-Água, é um curso a ser realizado por uma rede de universidades públicas de todas as regiões do Brasil. A pós-graduação vai proporcionar formação teórica e prática em áreas como Engenharia, Geografia e Ciências Sociais. O 
objetivo é aprimorar as competências de profissionais e pesquisadores integrando e gerando conhecimento sobre a temática. 

Friedrich Wilhelm Herms, coordenador do mestrado pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)
, esclarece a origem e objetivos do Programa: 

“Esse curso ele começou já ha bastante tempo, a idealização dele, numa identificação através dos organismos de gestão de recursos hídricos e da falta de capacidade de formar pessoas, de aprofundar conhecimentos na gestão. Quando você tem cursos de engenharia, diversos cursos de mestrado e doutorado voltados para recursos hídricos, mas o recurso hídrico clássico do ponto de vista de Engenharia. E a nossa visão foi tentar trazer isso para a parte de gestão de recursos hídricos. A gestão envolve outras disciplinas não são de engenharia propriamente dito. Então você tem economia, você tem direito, você tem psicologia, sociologia. Então o objetivo nosso foi justamente montar um curso com essa base, com essa visão. Especificamente na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), a gente buscou essa visão, para discutir esses aspectos com o público-alvo. E qual é o nosso público alvo? Justamente os técnicos que estão trabalhando na gestão dos recursos hídricos". 

O coordenador aponta o principal desafio do mestrado:

“O principal desafio acho que é uma normalização do conceito de formação ou do formando que a gente quer ter. E o que nós queremos ter? Uma pessoa que saiba discutir, que saiba ponderar e que tenha uma visão integrada da questão do recurso hídrico. Fazer a gestão integrada. Esse é um ponto fundamental para a gente". 

Herms destaca a importância do curso para o avanço dos estudos na área:

“Acho que toda vez que você envolve alunos, envolve pesquisadores você está estimulando mais e mais a produção. Então os professores envolvidos vão acabar abrindo novas pequisas, buscando novos financiamentos, formando mais alunos. E os nossos alunos, que a ideia principal é trazer os profissionais que já estão trabalhando nessa área de conhecimento, tenham outras visões sobre a gestão de recurso hídrico. E não só aquele aspecto técnico, ou como a gente fala, 'tecnicista' da coisa que, segue a letra e o que está lá no manual e acabou. E acaba se esquecendo de ver outros aspectos que às vezes pode influenciar na tomada de decisões ou em um direcionamento de um acordo".

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